Cada máquina se vigia sozinha — e o laudo já nasce pronto
A identidade vem da etiqueta (lida por IA), o Programa da Máquina transforma o que o laudo exige em checagens do dia a dia, e o checklist do líder coleta a evidência. Quando o laudo vence, o engenheiro só revisa e assina — sem levantamento de campo. E para guindaste e munck, o mesmo sistema calcula o plano de içamento — capacidade líquida × carga no pior raio — e emite o Laudo de Içamento sob norma. Tudo somado num balanço patrimonial de equipamentos, com os laudos de terceiros reaproveitados.
como funciona · o ciclo
Do achismo ao laudo pronto — um ciclo que se fecha sozinho.
Cada etapa entrega a próxima já pronta: a identidade puxa os parâmetros, o Programa vira checklist, e a evidência vira o laudo.
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Identidade pela etiquetaFoto da plaqueta → a IA lê fabricante, modelo, série e capacidade. Sem etiqueta, genérico com ressalvas.
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Parâmetros do laudoO que o laudo daquele modelo exige — a fonte de verdade que puxa tudo, de trás pra frente.
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Programa da MáquinaA IA gera a receita de vigilância; o gestor edita; a IA revalida — infração vira ressalva, não trava.
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Atribuição a líderesMáquina + Programa → o líder responsável, com cobrança e preditivo por responsável.
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Checklist preditivoEvento → evidência (foto+QR+geo) → checagem condicional (tempo/km/horímetro) → a IA compara e prevê.
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Laudo montado sozinhoA evidência acumulada vira o laudo; o RT revisa e assina (PAdES + QR público).
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Balanço patrimonialO parque como ativo: valor, vida útil e quanto se economiza com preditivo e laudos de 3º.
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Loop de renovaçãoPerto de vencer, o Programa intensifica a coleta e o laudo de renovação já nasce pronto.
o que ele resolve
Da dor à virada.
O engenheiro visita, mede tudo do zero e cobra caro — uma vez por ano. Aqui o checklist diário do líder já coleta exatamente o que o laudo exige; quando vence, o RT só revisa e assina. Sem ir a campo.
Cabo de aço rompendo, pneu trocado sem registro, desgaste acelerado — sem vigilância, vira parada e acidente. O checklist preditivo compara as fotos com IA, prevê a vida útil e alerta a troca-fantasma antes do prejuízo.
Guindaste de terceiro chega e você paga um laudo novo, sem confiar no que veio. Aqui o laudo de 3º entra verificado por QR e é reaproveitado — no modelo emissora ↔ receptora.
Ninguém sabe o valor do parque, a vida útil real nem quanto se economiza cuidando. O balanço patrimonial coloca cada máquina como ativo — valor, laudo, vida útil e a economia do preditivo, somada.
por dentro do sistema
Não é mockup. É o sistema.
A jornada real, tela a tela, na ordem em que ela acontece. Clique numa imagem para ver em alta.
tela 01
Reconhecimento por etiqueta
A foto da plaqueta é lida por IA (Vision): fabricante, modelo, nº de série, capacidade, ano e norma — o que está gravado na máquina, não achismo. Sem etiqueta, o registro nasce genérico e com mais ressalvas.
tela 02
Parâmetros do laudo
O catálogo do que o laudo daquele modelo exige — quais medições, quais evidências, periodicidade e validade legal. É a espinha que o checklist vai coletar, definida de trás pra frente.
tela 03
Programa da Máquina
A receita de vigilância que nenhum NR-12 de mercado tem: a IA transforma os parâmetros do laudo em gatilhos do dia a dia. O gestor edita; a IA revalida contra a norma — se algo infringe, vira ressalva visível, não trava.
tela 04
Atribuição a líderes
A máquina e o Programa vão para o líder responsável — um ou vários por máquina —, com cobrança do checklist e preditivo por responsável.
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Checklist preditivo
A gramática do gatilho: um evento ("trocou o pneu") exige evidência na hora (foto + QR + geo) e agenda a próxima checagem sob condição (tempo, km, horímetro). A IA compara as fotos, prevê a vida útil e alerta a inconsistência.
tela 06
Radar preditivo
O painel mostra o que o checklist detectou antes de virar problema: troca-fantasma, desgaste acelerado, padrão de falha cross-equipamento e o recall do fabricante cruzado com a etiqueta lida.
tela 07
Laudo NR-12
O laudo é montado da evidência acumulada pelo checklist — a IA redige o rascunho a partir dos dados reais. O engenheiro não vai a campo: revisa e assina (PAdES A1/ICP-Brasil), com QR público de validação.
tela 08
Laudos de terceiros
Máquina alugada chega com laudo de terceiro? Ele entra verificado por QR e é reaproveitado — no modelo emissora ↔ receptora. Você para de refazer laudo de equipamento que não é seu.
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Plano de Içamento com veredito
Guindaste e munck saem do laudo estrutural para a operação de campo: o engenheiro informa a peça, o trajeto e a tabela de carga, e o sistema calcula o veredito determinístico — capacidade líquida (bruta − deduções) × carga no pior raio. APROVADO ou REPROVADO com a utilização em %; o RT confirma e assina o Laudo de Içamento (LC).
tela 10
Apreciação de Risco (NBR 16324 · ISO 12100)
Antes do laudo, a apreciação de risco por máquina: a IA propõe os perigos a partir do modelo e do uso, o RT valida, e cada risco vira um item do Programa (checagem) e um parâmetro do laudo — com a categoria de segurança (ISO 13849), a medida de proteção e o dispositivo. Fecha o ciclo risco → checklist → laudo.
tela 11
Dossiê forense — a prova pró-empresa
No dia do acidente ou da fiscalização, um clique gera o dossiê completo da máquina: identidade, laudos, os 148 checklists, a apreciação de risco, os operadores habilitados, os planos de içamento e as ocorrências — num pacote A4 assinado, com selo SHA-256 global (tamper-evident) e protocolo. Reusa o mesmo dossiê de defesa do SST, agora por máquina.
tela 12
Laudo estruturado — puxado do checklist diário
O laudo LIM montado item a item, por grupos (estrutura e lança, cabos e moitão): cada item conforme/não conforme com foto, medição e observação, e a cobertura (14/18) visível. A prontidão cobra o que falta — ART aplicada (número, validade) e o teste de carga (raio × peso × altura) — e o que o checklist diário já respondeu entra sozinho, sem redigitar.
tela 13
Score & Valor do Ativo — compliance vira dinheiro
A trilha de laudos + preditivo vira um score de saúde auditável (0–100) que atualiza a cada evidência. Máquina com histórico verificável é menos arriscada: a seguradora cobra menos (−18%), o comprador paga mais (+12% de revenda) e o banco aceita como garantia. O passaporte de revenda por QR entrega todo o histórico ao comprador — sem depender da sua palavra.
tela 14
Benchmark anônimo por CNAE — o efeito rede
Como as suas máquinas se comparam com equipamentos iguais do seu setor, 100% anônimo (k-anonimato, piso de 5 empresas). Você vê a média do CNAE e o top 10%, e sabe exatamente onde ganha e onde perde. Quanto mais empresas usam, mais forte fica — o moat de dados que nenhum concorrente replica.
PATRIMÔNIO · ONDE A EMPRESA ECONOMIZA
O parque de máquinas como ativo — com a economia somada.
O balanço patrimonial mostra cada equipamento como ativo: valor, vida útil, situação de laudo e quanto se economiza cuidando. O preditivo estende a vida útil (adia a troca, evita a parada), os laudos de terceiros verificados evitam refazer laudo de alugado, e as multas NR-12 deixam de acontecer. Tudo somado, com o calendário de custo de laudo — que cai porque a renovação já nasce da evidência.
PEÇA RASTREÁVEL · ANTIFRAUDE
Cada peça crítica com história — da instalação à remoção.
A peça vira entidade rastreável: instalação → uso → remoção, com a nota fiscal lida por foto (OCR). O checklist compara as fotos e detecta a troca-fantasma — peça que mudou sem registro. O antifraude do campo (tempo mínimo, foto com geo e EXIF) garante que a vistoria foi real, e é dela que o laudo se monta.
IÇAMENTO · ENGENHARIA DE CARGA SOB NORMA
Do load chart do fabricante ao laudo de içamento — com veredito.
A tabela de carga (moitão × raio × capacidade) é cadastrada uma vez — ou lida do manual do fabricante por OCR/IA, que propõe a matriz para o RT revisar. A partir dela, cada lingada vira um plano de içamento com veredito determinístico, e o Laudo de Içamento (LC) nasce distinto do laudo NR-12 estrutural: sob NBR 16324 (apreciação de risco da carga içada) e NBR ISO 4309 (inspeção do cabo de aço), com o limitador de momento de carga (LMI) como item crítico. A IA ainda lê a planta ou a foto do local e propõe os riscos do entorno — rede elétrica, arco de giro, circulação de pessoas — que entram na APR antes da assinatura.
o app do colaborador · pwa
No bolso do líder de campo
O líder e o operador fazem tudo pelo celular: escaneiam o QR da máquina no início do turno (com a aptidão validada), rodam o checklist do turno — rápido no caminho feliz, aprofundando só quando há sinal —, tiram a foto que o gatilho pede e registram a troca de peça. Cada foto carrega QR, geolocalização e EXIF: a vistoria é real, e é dela que o laudo se monta.
tudo que ele faz
A lista completa.
- ● Check-in por QR no início do turno, com autenticação de aptidão (habilitação + ASO + treino) vinda do Tempo & Afastamento
- ● Checklist NR-12 dinâmico (OK/Atenção/Crítico + foto + voz); item crítico bloqueia a operação e gera ocorrência
- ● Antifraude anti-"clicar sem olhar": tempo mínimo por item + GPS, giroscópio e EXIF viram índice de confiabilidade
- ● Balanço patrimonial e controle de laudos: cada equipamento com laudo, validade, valor e responsável — a empresa economiza com o preditivo e deixa de depender de laudo de terceiro caro
- ● Emissora ↔ Receptora: a inspetora ou o RT emite o laudo; a empresa que usa ou aluga a máquina consome e valida — tudo rastreável por QR
- ● Peça rastreável e nota fiscal por OCR: instalação → uso → remoção de cada peça crítica, com a NF lida por foto
- ● Preditivo por equipamento e responsável; 8 categorias como entidade de 1ª classe (prensa, torno, ponte rolante, guindaste, munck, balancim, cesto, linha de vida…)
- ● Plano de içamento com veredito determinístico: capacidade líquida (bruta − deduções) × carga no pior raio → APROVADO/REPROVADO com utilização %, com a DMA da rede (NR-10) e o vento limite (NR-35) entrando no cálculo, não como lembrete
- ● Load Chart por moitão/lança (matriz raio×capacidade) extraída do manual do fabricante por OCR/IA; Laudo de Içamento (LC) distinto do estrutural, sob NBR 16324 e NBR ISO 4309, com o limitador de momento de carga (LMI) como item crítico
NR-12
Traga uma máquina crítica da sua operação. Em 30 minutos você vê a etiqueta virar identidade, o Programa da Máquina nascer e o laudo se montando sozinho da evidência — sem levantamento de campo.